Há um futebol que se comenta e outro que se contempla. Este é o segundo: o cruzamento entre o rigor do bloco e a nostalgia do impossível, pensado devagar, sem alarido, como uma oração antiga a um deus que quase ninguém adora.
Queres analisar os jogos no Twitter como o Tomás da Cunha? É simples: escolhe dois países, cruzando jogos reais ou imaginários, e impressiona amigos e conhecidos com a profundidade táctica que ninguém te pediu.